Caso Carlos Jubileu: Motivação ainda não está clara, diz delegado

O delegado da Delegacia de Homicídios de Mossoró, Caio Fábio, revelou em coletiva de imprensa nesta sexta-feira (09) novas informações sobre o assassinato do cinegrafista Carlos Romão Barbosa Filho, de 24 anos, conhecido como “Jubileu”, crime ocorrido no domingo (04) no bairro Sumaré, em Mossoró.

As investigações apontam Alexandre Andrade da Silva, de 20 anos, como o autor do disparo que matou o cinegrafista. Ele foi preso na segunda-feira (05) após confessar o crime. De acordo com o delegado, um adolescente de 17 anos foi ouvido e confessou que, no momento do crime, estava pilotando a moto e que não sabia que Alexandre iria cometer o crime. O menor foi liberado por ter livrado o flagrante e não haver mandado de busca e apreensão expedido contra ele.

Sobre o motivo da morte de Carlos Jubileu, o delegado disse que ainda não está claro, apesar de o suspeito afirmar que matou o cinegrafista porque achava que era um desafeto seu. O delegado também informou que está descartado o crime de latrocínio e que os celulares de Carlos Jubileu e a namorada,  assim como a motocicleta que a dupla utilizou na noite em que Carlos Jubileu foi morto, não foram encontrados.

O titular da DHPP, Caio Fábio, afirmou que Alexandre Andrade da Silva, de 20 anos, matou Carlos Jubileu com um único tiro na cabeça. Ele será indiciado pela polícia civil por homicídio qualificado, roubo circunstanciado e corrupção de menor. As penas somadas dos três crimes podem ultrapassar 50 anos de prisão.

Foto: Reprodução

 

 

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