A partir de 2026, a implementação do Cadastro Imobiliário Brasileiro (CIB), o “CPF dos imóveis”, vai alterar a forma como proprietários e locatários lidam com imóveis. O sistema permitirá à Receita Federal monitorar todas as transações, incluindo compra, venda, doação, registro e renda de aluguéis.
A Receita Federal terá acesso automático a todas as transações imobiliárias, tornando quase impossível omitir vendas, compras, doações ou rendimentos de aluguel sem ser detectado.
Caso o proprietário não declare a renda de aluguéis, o fisco imputará automaticamente 10% ao ano sobre o valor do imóvel, o que pode aumentar a carga tributária para quem não estiver atento.
Pequenas omissões podem resultar em multas de até 70%, além de juros e cobrança retroativa de até cinco anos, transformando descuidos em prejuízos financeiros expressivos.
Pessoas que alugam ou possuem imóveis precisarão organizar documentos, contratos e comprovantes de renda para evitar problemas com o fisco.
O simples fato de possuir um imóvel já coloca o cidadão sob monitoramento detalhado, o que pode impactar decisões sobre compra, venda ou aluguel de propriedades.
O CIB busca aumentar a transparência no mercado imobiliário, integrando informações de cartórios, bancos e órgãos públicos.
Foto: Reprodução/Internet
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