Marlene Brito Rodrigues, de 59 anos, subtenente da Polícia Militar, foi morta a tiros dentro da própria casa, em Campo Grande (MS), na segunda-feira (6). O principal suspeito é o namorado, Gilberto Jarson, de 50 anos, que foi preso em flagrante.
Segundo a polícia, um vizinho — também policial militar — ouviu o disparo, entrou na residência e encontrou o suspeito com a arma na mão. A vítima ainda chegou a ser socorrida, mas não resistiu.
Inicialmente, o homem apresentou versões contraditórias, chegando a afirmar que a vítima teria tirado a própria vida. Depois, acabou confessando o crime.
O caso é investigado como feminicídio pela Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam).
As investigações também apontam que o suspeito tem um histórico criminal extenso, com passagens por homicídio, roubo, ameaça e violência doméstica.
Entre os registros, há um homicídio por ciúmes na década de 1990, prisões por roubo com vítimas reféns e denúncias de agressões contra outras companheiras.
Testemunhas relataram que o relacionamento era conturbado, com brigas frequentes.
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