Cientistas da Espanha, China e Reino Unido apresentaram resultados promissores em uma nova pesquisa sobre o Alzheimer. O estudo foi publicado na revista científica Signal Transduction and Targeted Therapy e mostrou que uma terapia experimental conseguiu reverter sinais da doença em testes iniciais realizados em laboratório.
Segundo os pesquisadores, o tratamento atua diretamente em mecanismos ligados à memória, cognição e degeneração neuronal — um dos maiores desafios da medicina nas últimas décadas. A terapia teria reduzido inflamações cerebrais, melhorado conexões entre neurônios e recuperado funções cognitivas em modelos experimentais.
Os cientistas destacam, porém, que os resultados ainda estão em fase inicial e que serão necessários novos estudos e testes clínicos em humanos antes que o tratamento possa chegar aos pacientes.
O Alzheimer é a forma mais comum de demência no mundo e afeta milhões de pessoas, causando perda progressiva da memória e da capacidade cognitiva. A descoberta reacende a esperança de tratamentos capazes não apenas de desacelerar, mas também de reverter danos provocados pela doença.
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