Mensagens com referências a bombas e possíveis ataques, compartilhadas em grupos de WhatsApp ligados ao ambiente universitário de Pernambuco e identificados como “anti-Lula”, motivaram um pedido de investigação à Polícia Federal.
Segundo reportagem do Blog Cenário, os grupos reuniam pessoas ligadas ao ambiente universitário e continham mensagens que levantaram suspeitas sobre possíveis ameaças. Entre os conteúdos citados está a frase “tenho bombas na mala do carro”.
O vereador do Recife Thiago Medina (PL), identificado politicamente com o bolsonarismo, foi apontado como um dos administradores de um desses grupos. A denúncia motivou a vereadora Jô Cavalcanti (PSOL) a acionar a Polícia Federal e solicitar a apuração do caso.
O episódio ganhou repercussão em meio às notícias sobre o incêndio que atingiu um prédio da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), no Recife, na noite de 7 de outubro.
Thiago Medina negou envolvimento nas ameaças e no incêndio. A investigação deverá esclarecer a origem das mensagens, o contexto das conversas e se houve preparação ou planejamento de ações criminosas.
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